Isadora Piana lançou, nesta terça-feira (7), sua pré-candidatura a deputada estadual em Santa Catarina. A decisão foi concretizada após conversa com Caroline De Toni (pré-candidata ao Senado), Gilson Marques (deputado federal), Romeu Zema (pré-candidato à Presidência da República), Adriano Silva (pré-candidato a vice-governador) e Eduardo Ribeiro (Presidente Nacional do Partido NOVO).
O anúncio ocorreu durante agenda realizada em Chapecó, que contou com a presença do pré-candidato à Presidência da República pelo Partido NOVO, Romeu Zema. A agenda reuniu lideranças regionais e reforçou o posicionamento da pré-candidatura no cenário político estadual.
O ato marcou o início de uma nova fase de articulação política, com ampliação da presença em diferentes regiões do Estado, especialmente no Meio-Oeste e no Oeste catarinense.
Natural de Campos Novos, formada em Direito pela Unoesc de Videira e atualmente residente em Caçador, Isadora foi candidata em 2022, quando obteve 6.674 votos em 200 municípios. Agora, inicia um novo ciclo com foco no fortalecimento de lideranças locais e no aumento do engajamento político.
Fenômeno nas redes sociais, entre as figuras sem mandato, em medição recente, Isadora foi apontada com o maior engajamento médio entre os quadros do Partido NOVO em Santa Catarina. Ela possui 181 mil seguidores no Instagram e registra o 6º maior engajamento entre os políticos catarinenses.
“O Brasil precisa de políticos que tenham coragem de se posicionar contra os absurdos que estão acontecendo. Eu vou defender Santa Catarina, que carinhosamente tenho chamado de meu país”, afirmou.
Nome regional
Nos últimos meses, Isadora intensificou sua agenda com empresários, lideranças e filiados, consolidando-se como o principal nome do Partido NOVO da Serra ao Oeste na disputa pela ALESC e ampliando sua base em cidades estratégicas, movimento que indica um crescimento consistente de sua atuação política.
Voto útil
“A verdade é que, em 2022, só os votos de Caçador me elegeriam. Eu precisava de 15 mil votos, enquanto, em outros partidos, a disputa está mais acirrada e os candidatos precisam de cerca de 35 mil votos para começarem a sonhar com a cadeira. A nossa região precisa se unir em torno de um nome para ter representação na ALESC. Historicamente, ex-prefeitos saíram candidatos e não se elegeram. E novamente, entendo que sou o voto útil da região”, afirmou.





